Cristine e Joey de épocas de diferentes, que tentam fugir o tempo todo, e as vezes se consegue o que quer, só que nem sempre do que jeito que se espera...vivendo aventura num lugar familiar demais para ser tão longe.Tendo que decidir viver sem amor, ou morrer com ele.E claro tem o Ted a razão dessa confusão toda ter começado.Lembre-se sempre a guerra mais difícil é aquela que você tem que lutar contra você mesmo.
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sábado, 10 de novembro de 2012
Capítulo 9 - Por um tempo...
Eu perdi...
Num impulso tiro meu elmo...
Vejo a cara do joey, do general, do Ale e de todos ali...
Merda, eu não acredito que eu fiz isso... agora é tarde de mais para voltar a atrás, tudo jogado fora por um descuido, eu sou muuuito burra.
-Você é mulher?- Pergunta o general.
-Sim.- ela responde tirando os panos que ela tinha colocado para dispitar.
-Você deve ir embora agora mesmo, não permitimos mulheres lutando na guerra.
-Vocês recrutam crianças e velhos e se recusam a aceitar mulheres em seus exercitos?
-Guerras não são brincadeira.
-Eu sei, mas qual o problema de eu estar aqui? Até pouco tempo você não via problema.
-Antes eu não sabia que você era mulher.
-Eu sou a segunda melhor desse acampamento se não sou a melhor e tudo que você consegue ver é o fato de eu ser mulher?Você prefere levar homens que perderam para mim pra guerra do que me levar, tudo porque eu sou mulher.
-Não tem discussão, você não pode ir para a guerra, o que os nossos inimigos vão pensar do nosso reino?
-A mesma coisa que já pensam que esse rei só está levando esse povo a destruição, mas eles vão pensar isso idependente de eu estar ou não lutando.Não se engane general.
-Agora só está insultando o rei? Eu devia mandar te matar, mas o reino já está sofrendo muito com essa guerra não quero que sua família sofra mais.
-Minha família está longe demais pra sofrer com minha morte, se quer me matar por falar a verdade sobre o rei, então mate eu não me importo.
-Se é isso que você...
-Não, não general ela não está falando sério, ela só está nervosa com o fato de não poder lutar na guerra, por favor desconsidere tudo o que ela disse.- Ale fala interrompendo o general.
-Cale-se garoto, eu agradeço o que está tentando fazer mas eu não preciso disso.
-Deixa de ser orgulhosa Cristine, nós dois sabemos que você é melhor que isso e que você vai arrumar um jeito de lutar nessa guerra mesmo que seja com o exército inimigo e quer saber eu vou com você, eu vim com você e vou voltar com você, além do mais sem mim você se perderia em cinco minutos.
Eu até falaria alguma coisa em minha defesa, afinal eu sei me virar muito bem, mas estou tão feliz que o Ale fez isso por mim, enfrentou o general e tudo aqui só por mim, eu realmente gosto desse garoto.
-Eu também vou com vocês dois, afinal eu não me importo com o fato de você ser mulher, você me venceu e eu quero uma revanche, seja nesse acampamento ou não.- Disse Percy.
Nossa o Percy é tão legal e nem se importa com o fato de eu ser mulher e querer lutar, eu sabia que ele era diferente dos outros caras aqui.
-Meu pai tem 59 anos e deveria estar em casa com minha mãe e minhas irmãs solteiras no entanto ele teve que vir lutar nessa guerra, porque o rei está deseperado e está recrutando pessoas que não deveriam estar vindo lutar, mas quando aparece uma mulher que luta melhor que a maioria dos homens aqui o senhor general se nega a deixa-lá lutar, não acho que o reino deve recrutar mulheres para lutar na guerra mas se ela quer lutar eu acho que o senhor deveria desconsiderar sua decisão.- disse Finn o melhor arqueiro do exército.-Se vocês forem eu também irei com vocês.
Finn tão talentoso e tão melhor que o pensamento dessa época, como eu estou feliz de poder lutar ao lado dessas pessoas.
O que o Finn falou fez com que alguns arqueiros que duelaram com Percy e alguns guerreiros que duelaram comigo também resolvessem vir com a gente agora somos um grupo de 15 pessoas:Eu, Ale, Percy, Philares, Finn, Torn, Clayter, Razar, Dafar, Kerreck, Lothar, Lughar, Lemon, Sirius e Ortis. Bem mais do que podia imaginar.
Pela expressão do general acho ele não esperava perder tantos homens, se bem que ninguém esperava nem eu, ele bem que podia reconsiderar agora que viu isso.
-Fico decepcionado com a decição de vocês de seguir uma garota que não tem senso de valores, principalmente os das mulheres, mas se é essa vontade de vocês vão, e podem voltar quando perceber que a pessoa que vocês escolheram para seguir não sabe o que é melhor para o reino, nem para você e suas famílias e saibam que no momento que vocês saírem daqui você serão considerados inimigos e não teremos dó em matá-los.
O que o general disse fez com que Philares, Lothar, Lughar, Lemon e Kerreck desistissem de ir comigo e agora somos apenas 10. Eu entendo a desição deles afinal me seguir não é uma tarefa fácil e eu nem sei se mereço tanto crédito.
Agora vamos ter que sair daqui.
Eu e o resto do grupo andamos um pouco e antes de sairmos do acampamento pergunto:
-Vocês tem certeza que é isso mesmo que vocês querem?Eu nunca comandei ninguém e não sei se sou a melhor pessoa para vocês seguirem.
-Que você não é a melhor pessoa para gente seguir eu sei, por isso eu vim porque você precisa de mim.-disse Ale.
-Você nem sabe segurar numa espada direito Ale.-Eu digo.
-Mas eu tenho o melhor senso de direção que você já viu em toda a sua vida.
Claro quem precisa de senso de direção quando se tem gps, as pessoas do século XXI perderam muito do seus instintos de sobrevivência, mas como eu não posso contar que eu viajei no tempo melhor eu nem responder.
Todos concordam em continuar a me seguir então pegamos nossas coisas.
-Então onde vamos senhor senso de direção?- Pergunto ao Ale.
-Por aqui tem uma floresta onde poderemos caçar e então poderemos armar acampamento.
-Tudo bem, mas não vamos muito longe eu não quero nos distanciar do acapamento deles para o caso deles precisarem de nós.
Todos concordam e vamos para tal floresta e não é que o garoto connhecia mesmo o lugar, realmente tinha muitos animais para caça.
Fomos caçar e finn acabou acertando um veado e garantimos o jantar.
Eu fui checar o lugar para ver se não tinha nenhum perigo.
Caminhando aqui percebi o quanto esse lugar é especial e muito familiar para estar longe de mim mais de 2000 anos, será que eu vou ter que voltar ou eu fiquei presa aqui, eu não sei pensei que me sentiria completa indo para a ápoca que ahava ser minha mas não eu só me sinto diferente mas ainda não me sento completa apesar de sentir que estou perto de encontrar o que eu tanto procuro.
Uma coisa muito difícil é procurar algo que não se sabe o que é, ou onde está.
O lugar não parece ser um lugar muito perigoso apesar de que nunca se sabe floresta não é um lugar muito civilizado.
Perai eu pensei mesmo isso?Um lugar muito civilizado?Talvez eu não seja totalmente incompatível com o século XXI eu até sinto falta da minha casa, do meu balanço, de fotos, da biblioteca, da confusão, de ouvir Backstreet boys, de ver futebol na televisão, de escrever no meu diário, de viajar pra casa dos meus avôs, e principalmente da minha família e dos meus amigos... se bem que eu não posso reclamar o Percy é incrível e todo mundo do grupo é tão simpático, sem contar o Ale que é como um irmão pra mim...e o Joey é tão... eu não vou pensar nele... eu não vou pensar nele...eu não vou pensar nele...não vou pensar no jeito que ele luta... não vou pensar nos olhos dele...não vou pensar no sorriso dele...eu não vou...
-Cristine??- Ouço alguém me gritando e me sacudindo.
-O que?-eu falo. Me virando e vendo que era o Ale.
Quer saber só podia ser oAle...
-No que você estava pensando?
-Em nada.
-Ah, já sei você estava pensando no Joey.
-Claro que não garoto.
-O gente a Cristine gosta do Joey.
O pessoal que estava treinando para, e me olha com um olhar engraçado.
-Então você gosta do Joey?- pergunta o percy
-Claro que não.
-Eu percebi logo que eu soube que você era uma garota que você gostava dele e eu acho que ele também gosta de você porque a cara que ele fez quando você tirou o elmo, foi como se ele já te conhecesse e não tivesse acreditando que o cara que ele tava lutando era a linda garota dos sonhos dele.-disse Percy.
-Será?Não, isso não pode ser verdade o Joey não ia gostar de mim e mesmo se gostasse eu não me importo eu não gosto dele mesmo, talvez só um pouco mas só um pouco mesmo e nem é desse jeito.
-Eu me lembro quando conheci minha mulher ela também dissia que não gostava de mim custou a assumir, mas quer saber ela gostava e muito.-disse Finn rindo.
-Quer saber o que eu acho?Eu acho que a gente deveria acender a foqueira e comer porque já está escurecendo.-Disse Sirius.
Nossa eu nem percebi o tempo passou tão rápido já está quase escurecendo.
-Falou a voz da sabedoria, pelo menos uma pessoa sensata nesse grupo.-eu digo.
Então fizemos uma foqueira para asar o resto do veado.
E enquanto esperamos Razar começa a falar:
-Eu me lembro da minha primeira caça meu pai me ensinou tudo o que eu sei e então fomos caçar, eu errei algumas vezes mas depois de um tempo eu pude perceber com maior nitidez a caça e seu objetivo e desde então eu raramente erro um tiro.
-Eu me lembro do meu pai me ensinando a constrir esses navios de guerra e tantas outras coisas com madeira confesso que não me lembro direito mas era tão bom aprender algo com meu pai, pena que ele morreu antes de me ensinar a lutar.-Disse Ale.
Com eu sinto falta do meu pai...
-E você Percy aprendeu a lutar com 5 facas com seu pai?-pergunta Dafar.
-Meu pai morreu na guerra quando era muito novo, então não me lembro muito dele.Eu fui criado pela minha mãe e meus avós. Meu avó era ferreiro e ele fazia muitas espadas e armas, e quando eu tinha 7 anos meu avó me deu uma faquinha pequena depois de eu pedir muito, e eu perguntei ao meu avó se com aquela faca eu poderia matar o cara que matou meu pai, ele disse que só se eu usasse umas cinco daquelas, desde então então tenho treinado primeiro com uma, depois com duas até que eu tivesse total controle com as cinco facas, e uns três anos depois eu já era muito bom no manuceio das cinco facas.-Respondeu Percy.
-E você matou o assasino do seu pai?-pergunta Torn.
- Quando eu tinha 14 anos eu resolvi ir atrás do homem que matou meu pai, eu não sabia quem era ou onde vivia mas eu realmente queria vingança por mim e pela minha mãe e fui com tudo atrás dele, demorou muito tempo para que eu o achasse, mas eu o achei num vilarejo distante do reino vizinho e no meio do povo nós começamos a duelar e quando eu iria matá-lo eu ouço a voz da filha dele o chamando então eu percebi que se eu o matasse iria fazer aquela moça o mesmo que ele fez comigo, e naquele instante eu decidi perdoa-lo e esquecer tudo aquilo.voltei para casa e contei a minha mãe o que aconteceu e ela não aceitou o fato de eu não ter me vingado e pediu que eu saisse de casa e eu fui e nunca mais voltei.
-E você se arrepende?-Pergunta Clayter.
-Nem um pouco, eu já sofri demais não precissava daquela menina sofrer também.
-E essa moça era bonita?-Pergunta Clayter.
-Sim, a moça mais bonita que eu já vi.
-E você nunca foi atrás dela?-Pergunto.
-Não.Mas quando essa guerra acabar talvez eu a procure.E você Cristine onde aprendeu a lutar tão bem assim?
-Meu pai era do exécito e ele fica pouco tempo em casa e quando ele ficava ele tentava ensinar meu irmão mais velho a lutar mas meu irmão queria fazer outras coisas não queria ir para o exécito, então eu pedi meu pai que me ensinasse no lugar do meu irmão, e ele me ensinou tudo o que eu sei, todos os golpes, as estratégias, sempre que ele ia passar um tempo em casa ficavamos horas e horas treinando e quando ele ia embora eu treinava todos os dias para que quando ele voltasse eu pudesse mostrar a ele o tanto que eu tinha aprendido, mas uma vez ele não voltou mais, ele tinha morrido na guerra tentando salvar a vidas de alguns prisioneiros e por um tempo tentei odiar a guerra a luta mas eu não conseguia porque quando eu lutava eu era eu mesma e me sentia próxima dele, então passei a treinar ainda mais e com outros tipos de armas já que me pai só me ensinou golpes sem armas pois ele achava perigoso, primeiro treinei com uma espada depois o arco até ficar razoável e depois resolvi lutar com duas espadas não com uma, uma espada me representava e a outra o que eu queria ser o que eu queria viver e treinei mais que qualquer um, até que minha mãe me proibiu de treinar então fiquei um tempo sem treinar, até que eu vim pra cá.
Eles continuaram a contar histórias mas eu falei que estava cansada e fui tentar dormir.
Fechei os olhos com todas aquelas lembranças do meu pai na mente e me segurei para não chorar, eu sinto muita falta do meu pai, ele me fez quem eu sou hoje...
E horas foram passando e um por um foram indo dormir até todos estarem dormindo menos eu que não conseguia dormir...
Consigo dormir algumas horas e acordo com um barulho...
-O que é isso gente?Vocês estão ouvindo?-Ale grita.
Eu levanto assustada e vejo os outros também levantando.
-Que barulho?-pergunta sirius.
-Eu não sei direito mas parecia de pessoas conversando, acho melhor alguém ir conferir.
-Eu vou. - Disse Percy - Afinal eu sou mais rápido e cuidadoso.
Pegamos todas as nossas coisas e apagamos todos os nossos rastros para o caso da gente precisar fugir, enquanto Percy ia.
Percy chega rápido e cauteloso e pede que façamos silêncio e acena para que a gente o siga, caminhamos por um tempo e ele nos leva para perto do acampamento de guerra:
-Os inimigos do rei estão acampando perto daqui e eles têm muitos homens, provavelmente devem atacar o acampamento hoje ainda.O gente tem duas alternativas fugir ou avisar, como você que está no comando você decide.- Percy fala virando para mim.
-Eu vou avisá-los, mesmo que eles não me quiseram lutar ao meu lado, mas eu não quero decidir por ninguém aqui, e não me importarei se vocês quiserem seguir seus caminhos, porque a coisa pode ficar feia.
-Eu já me decidi vou com você mesmo que eles não mereçam.-Disse Ale.
-Eu decidi segui-la e irei segui-la nas suas decições.-disse Percy.
-Eles precisam de nós, eu até quero ver a cara do general.-Disse Finn rindo.
Todos concordaram em ir avisar e então vamos avisá-los.E eu estou com o Finn, eu quero ver a cara do general quando perceber que ele precisa mais de nós do que nós deles.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Capítulo 7 – Duelos Importantes
Consegui vencer todos os lutadores de mais de uma
espada do exército e eu crente que já poderia enfrentar o Joey, mas o general
resolve mudar as regras um pouco dessa vez, que idiota... só não contei isso
para ele e nem vou contar vou agir naturalmente ou tentar ...
Então
vou ter que vencer o Percy, vi ele lutando ele é bom, mas tem alguns pontos
fracos, e eu vou explorar isso, e vencerei.
Eu só
espero que o Joey vença, para que eu possa enfrentá-lo na final e vencê-lo e
ser a primeira comandante de general.
Eu
estou com fome, mas pensando pelo lado positivo é bom que eu emagreço uns
quilinhos hoje.
E vai
começar o duelo do Joey contra James e eu pareço estar mais nervosa que ele.
O
general que agora assitia os duelos, anuncia o ínicio do duelo entre Joey e
James.
James
com um olhar confiante e joey com um olhar de respeito, essa luta vai ser
interessante.
James
começa com muita vontade de vencer, já o joey parece tranquilo, mas eu sei que
ele deve estar tremendo por dentro.
James
ataca com seu machado e Joey desvia facilmente e o ataca no ombro direito o
qual ele carregava o machado, mas o golpe não acertou James totalmente.
James
tinha muita força física e bastante resistência, mas Joey utilizava ataques
rápidos e por isso, e se ele quisesse vencer teria que pensar em algo que
imobilizasse Joey, impedindo que ele desviasse dos seus golpes.
A
luta continua Joey lança uma sequência de ataques rápidos e James fica sem ação
por um curto período de tempo, mas logo ele se recupera e nervoso com a
situação lança um ataque suicida contra Joey, ele ataca a perna de apoio de
Joey, mas com isso ele abriu espaço para que Joey o atacasse, Joey o ataca com
um leve golpe no abdomen e ele cai...
-AAAAAAAAAAAHH...-James
está ferido mas não parece ser o tipo de pessoa que desiste logo, vejo em seus
olhos que ele tem uma força e vontade de luta que ia além disso, ele com
certeza não estava aqui como abrigação, e isso fez com que eu o respeitasse
muito, ele vai ser um bom adversário e quando eu ganhar do Joey eu quero poder
enfrentá-lo..- Você é bom garoto, agora eu vou lutar com toda a força que me
resta.-Dissendo isso James se levanta e mesmo mancando pega seu machado.
Consigo
ver a surpresa nos olhos de Joey, não isso não é apenas surpresa, ele não me
parece lutar com caras como james com frequência, e ele parece satisfeito e
feliz.
-James,
eu te admiro por isso, mas se pensa que eu vou recuar enganasse, agora que vou
lutar com mais do que com minha espada.- Disse Joey.
-Eu
não esperava que fosse diferente.-James ri e respira para recuperar o fôlego,
seu ferimento deve estar doento muito.
Joey
não é um completo idiota, mas chega bem perto, tenho que confessar que estou
começando a achar que lutar com ele vai ser uma das melhores sensações da minha
vida e é claro que eu não vou dizer isso para ele.
James
e Joey se preparam para o último golpe, pegam distância correm e num esmagar de
esperanças Joey facilmente se defende do machado de James e rapidamente dá o
golpe final posicionando sua espada contra o peito de James que por sua vez cai
de joelhos e Joey posiciona sua espada em seu pescoço decretando o fim dessa
luta.
James
lutou bravamente, mas era óbvio que Joey possuia vantagem sobre James era mais
jovem no entanto experiente, ambos tinham em seus olhos um amor pela luta, mas
Joey tinha algo diferente, Joey lutava como se cada luta fosse a última,
provavelmente já perdeu tudo, não deve ter família e se tem deve se sentir fora
de contexto o que eu entendo perfeitamente como é.
O
general comprimenta os dois, pede para que levem James para receber alguns dos
poucos cuidados que existiam na época. E anuncia o ínicio do meu duelo contra
Percy.
Percy
me olha com um olhar curioso, porque eu não era o tipo de adversário que ele
esperaria, tinha um corpo estranho era mais baixa que a maioria, parecia frágil
e digamos que vários panos dentro de uma armadura que era bem maior que eu não
me dava um corpo atlético com os dos melhores lutadores que ali se encontravam.
Ouços
alguns comentários de como eu iria perder facilmente para o Percy, e isso me dá
mais vontade de vencer.
Eu
encaro Percy com um olhar meio cômico pois sabia perfeitamente o que ele estava
pensando se ele soubesse que eu sou uma mulher ele surtaria como a maioria dos
homens aqui já que não é nem um pouco comum nessa época as mulheres executarem
essas funções, se bem que não é tão direferente de hoje em dia mas quer saber
pelas pessoas que eu amo eu enfrento coisa até pior.
Eu
corro e dou o meu primeiro golpe utilizando apenas uma das minha espadas, ele
se defende com duas de suas facas e me ataca com as outras três eu pulo
desviando e logo em seguida o ataco agora com minha outra espada, ele se
defende mas fica numa posição ruim onde eu facilmente poderia atacá-lo então
ele volta a posição inicial. Ele se mantém calmo, e tenta logo em seguida um
outro golpe que eu facilmente desvio.
Não
tinha reparado antes mas Percy utiliza as suas facas de maneira alternada de
forma que se eu atacá-lo entre a troca de facas dele eu o venceria sem ferí-lo
que a minha intenção, agora eu só tenho que saber com qual frequência ele troca
as facas das mãos.
Duelamos
mais um pouco e eu observo atentamente cada um de seus movimentos, e agora
posso dizer com um grau alto de provabilidade que ele troca as facas a cada
sequências de três golpes, então agora eu só preciso contar.
Percy
lança uma sequência de golpes alternados que me deixam um pouco encurralada mas
nesse meio tempo de ataques o que ele não sabe é que eu contei com qual
frequência ele troca as facas de mão que é a cada 8 segundos do primeiro ataque
e 3 do último.
Percy
ataca e 1...2...3...4...5...6...7...8... e na hora que ele vai trocar as facas
de mão eu o ataco no braço com o cabo da espada, ele deixa cair três de suas
espadas e eu coloco minha outra espada em seu pescoço e logo em seguida coloca
a primeira em seu peito decretando o fim da luta.
Percy
parece surpreso pois meu ataque foi rápido e certeiro, e ele deixa suas outras
duas facas cair.
Percy ainda caído sorri e me comprimenta como se
resultado dessa luta não interferrisse em nada seus objetivos, diferentes de
muitos dali ele me pareceu bem humilde e eu gosto disso nas pessoas, e ele me
lembra o Charlie, e essa a primeira vez que eu me lembro de casa, mas vou
tentar não pensar nisso...
-Seus
olhos são bem rápidos, até hoje ninguém com que eu lutei identificou a
frequência com que eu troco minhas facas, você me surpreendeu e eu gosto disso,
só espero que a gente possa lutar de novo numa ocasião que eu não esteja com
tanta fome.-Eu o ajudo a levantar.
-Claro,
não quero que ninguém diga que eu só ganhei de você porque você estava com
fome.- Eu também sorrio.- Você tem muita habilidade e espero realmente que em
breve nós possamos nos enfrentar, e se eu ganhar como primeiro comandante você
vai ser o primeiro que eu vou escolher depois do Ale é claro, alguém tem que
ensinar aquele garoto como se luta.- Vejo a cara que Ale fez e começo a rir, e
percy e Ale se juntam mim e começam a rir também, logo todos os outros que
estavam vendo o duelo começam a rir também, todos menos o Joey que parece estar
conceentrado demais para rir.
Percy
vai comer alguma coisa e naquele momento eu sinto um pouco de inveja pois eu
estava faminta e muito cansada, mas tentei me fazer de durona e finji que estava
novinha em folha, pronta para o próximo duelo.
Pouco tempo depois o general chamou eu e o
Joey para conversarmos em particular.
Eu
estava nervosa achando que ele tinha me descoberto mas mesmo assim fui como se
nada tivesse a esconder.
Olhei
os olhos do Joey e pude ver uma traquilidade em seus olhos que logo em seguida
me acalmei, eu não sei porque mais ele desperta a intensidade de meus
sentimentos sejam eles ruins ou bons e isso me assusta.
Chegando
lá no local onde o general pediu para nos encontrar.
-Parabéns,
vocês são os meus dois melhores homens, vejo que vocês estão muito cansados e
me perguntei se esse último duelo é mesmo necessário, afinal eu já sei qual vão
ser meus dois comandantes.
-General,
com todo respeito eu esperei muito por esse duelo, e não quero ter que
cancelá-lo.-Disse Joey.
-Eu
também me sinto da mesma forma, nós precisamos desse duelo.-eu disse.
-Então
vocês querem se submeter a mais um duelo mesmo estando mortos de cansados, só
por orgulho?
-Não
só por orgulho, eu sinto que tenho que duelar com ele o mais rápido possível.-
disse Joey.
-E
você Cristian?
-General
não se trata apenas de se decidir quem é o melhor, tenho que concordar que uma
boa parte se deve a isso, mas não é apenas isso eu só não sei lhe explicar, eu
quero lutar com ele o mais rápido possível.
-Nesse
caso, sinto desapontá-los mais terei que adiar até amanhã, não quero perder
meus dois melhores homens porque eles não se alimentaram ou descassaram o
bastante.Se é da vontade de vocês lutarem, amanhã assim que o sol nascer vocês
poderam lutar, só me esperem para oficializar a luta.
Nossa
que alívio poderei lutar e descansar, me sinto nas nuvens, mas mantenho a posse
de durona e caminho lentamente pra me alimentar.
Eu e
o Joey vamos comer e sinto que essa foi nossa melhor refeição quer dizer minha,
mas deve ser a dele também.
Estou
tão cansada que conchilo embaixo de uma árvore e só levanto quando começa a
escurecer, e vou tomar um banho no lago antes que escureça completamente, olho
para ver se não vejo ninguém e então tomo um bom banho e acabo esquecendo do
tempo, e quando olho vejo um cara me olhando, e se não me engano era o Joey mas
não dava para ver direito, e ouço ele me gritando:
-Moça,
quem é você?
Num
impulso olho e ele me vê, e vem em minha direção.
Agora tenho certeza era o Joey, nado para o mais longe
possível e mergulho por um bom tempo, até que graças a Deus o Ale que ao
perceber que Joey tinha me visto o chama, e eu consigo sair, pego as minhas
coisas e saio correndo para minha barraca.Minutos depois o Ale vai me encontrar
lá:
-Você está maluca, o que aconteceu?Você quer que nos
descubram?Já pensou nas consequências disso?
-Não se preocupe ele não me viu.
-Torça para que isso seja verdade.
-Desculpa, por alguns minutos eu me esqueci...
-Tente não se esquecer mais.
-Tudo bem.
Naquele momento pude ver a face do homem que existia
dentro daquele garoto e isso me deixou orgulhosa, fui e abracei Ale.
-Me larga gatota você ficou maluca?
-Só um pouquinho...- eu sorrio para ele que me
retribui o sorriso.
Fui dormir pouco tempo depois e eu consigo dormir um
pouco mais que normalmente eu durmo, mas ainda não consigo dormir noite
inteira.
Mal posso esperar para lutar com o Joey, ele estava
tão bonito naquela hora no lago, não consigo tirar seu rosto da minha cabeça, a
forma com que ele nadou e a sua expressão marcada de cansaço mas com ao mesmo
tempo tranquila que me acalmavam, tudo ali me atraía para Joey seu olhar, seu
corpo, seu jeito, a imensidão da água, as estrelas no céu, o vento que outrora
soprava em meu rosto, seu perfume, estou ficando maluca perfume?? Eu estava no
lago não tem como eu ter sentido o perfume do Joy se é que existe perfume nessa
época ele não usaria num acampamento de guerra muito menos no lago, ele está
afetando meu psicologico... pior é não saber se o amo ou o adeio que coisa
ridícula eu uma pessoa tão...tão... sei lá também eu estou ficando maluca,
doida, pirada se pelo menos Nicole estivesse aqui eu poderia contar a ela todos
os detalhes e ficaríamos horas conversando...Talvez eu me sentisse
melhor...talvez apenas talvez.
E essa já é a segunda vez que me lembro de casa... Não
importa o quando esse lugar é legal eu sempre vou sentir falta das pessoas que
eu amo no século XXI minha família, meus amigos... Mas lá eu não me sinto
completa, sempre vai falta alguma coisa, uma coisa que eu ainda não sei o que é,
mas vou descobrir, sinto estar perto de encontrar.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Capitulo 6 - Acampamento de guerra
Estou dentro de um navio de guerra e me senti vivo, como se essa fosse a minha vida, meu destino, não sei, estou feliz por estar aqui.
Têm muita gente neste navio, e com tanto barulho, é difícil alisar a riqueza natural do lugar...
-...quantas vezes vou ter que te dizer para não me chamar de Ale?-ouço um garoto gritando.
Eu não acredito, com tanta gente aqui nem reparei que o idiota do cara que esbarrou em mim no caminho daqui está no mesmo navio que eu. Eu não sei por que eu não gosto dele, ele anda de um jeito estranho e fala meio forçado como se fosse superior a alguém, mas ele vai ver quando chegar no acampamento ele vai ser um dos primeiros que eu vou desafiar.
Depois de um tempo chegamos ao acampamento e era exatamente o que eu esperava como eu imaginava, como se eu já tivesse vindo aqui.Me senti em casa.
O general nos reuniu para passar como irá funcionar os treinamentos aqui no acampamento:
-Agora que estamos todos aqui, vou dizer como as coisas vão funcionar aqui. Primeiro como são muitos homens eu não vou poder comandar todos seus comandantes, e como o Rei ficou com todos os comandantes do reino, vamos ter que ver quem serão meus novos comandantes, e tudo será decidido por duelos, quem vencer o maior número de duelos será meu primeiro comandante e poderá decidir quem serão seus homens, o segundo poderá escolher com que tipo de armas seus homens irão usar, os comandantes serão os dois melhores guerreiros do acampamento e serão responsáveis por treinar seus homens e por tudo que acontecer no acampamento, e junto de mim decidiram as melhores estratégias de guerra. Os duelos começaram amanhã de manhã, estejam prontos.
Vai ser moleza eu já estou acostumado a lutar, acho que ninguém aqui pode me vencer, eu só espero que aquele idiota não perca antes de lutar comigo, quero muito acabar com ele.
Acho que vou treinar um pouco afinal não costumo ficar muito tempo sem treinar. Primeiro eu corro um pouco, depois flexões e uma série de exercícios com a espada.
Sai para correr e resolvi começar com pouca velocidade...
Agora acelerar, acelerar, acelerar... Corro tão rápido que nem vejo um cara passando na minha frente e acabo esbarrando nele.
-Desculpa eu não vi o senhor. -Eu abaixo para ajudá-lo a levantar
-Sem proble... Você???
Nem tinha reparado que era o mesmo idiota que tinha esbarrado em mim na em Reyguy. O solto e o deixo cair no chão.
-Você não olha por onde anda não?-pergunto
-Você que esbarrou em mim.
-Mas não me viu correndo não?
-Da mesma forma que você não me viu lá em Reyguy?Não.
-Você é um idiota arrogante.
-Eu?!Quer saber amanhã tomara que a gente se enfrente, para que eu possa de vencer.
-Você me vencer, quero só ver, mas tomara que a gente se enfrente mesmo isso é claro se você não perder antes.
-Você vai engolir cada palavra seu ignorante mesquinho.
Quase que a gente começa o duelo ali mesmo, mas aquele garoto que estava com ele, nos interrompeu...
-Vocês continuar brigando que ninguém duas crianças?
-Cala a boca moleque, deixe nos resolver isso que nem homens. -Eu disse pegando minha espada.
-Vai Ale, deixa que eu resolvo isso.- Ele disse pegando duas espadas.
Interessante ele luta com duas espadas, quero só ver ele nem vai dar conta de uma.
-Parem, contando que nenhum de vocês perca vocês vão poder se enfrentar amanhã e ver quem é melhor.
-Quer saber Ale você tem razão, te vejo amanhã. –ele disse.
-Apenas não perca.
Sai andando e deixem os dois ali. Aquele realmente consegue me irritar e olha que mesmo meu melhor amigo Toni, que faz de um tudo para me irritar nunca conseguiu me irritar assim. Eu nunca pensei que fosse sentir falta dele, mas seria divertido se ele estivesse aqui, pelo menos eu poderia rir dele tentando lutar com espada.
Estava na hora da refeição e comi um pouco.
Acho que vou ir tomar um banho, para depois ir descansar, não dormir, pensando bem talvez eu consiga dormir um pouco.
Fui para o rio, numa parte mais isolada e lá eu avistei alguém tomando banho, o estranho é que parecia uma mulher, cheguei mais perto para ver se era verdade, e realmente parecia, seus cabelos eram grandes, mas diferentes do cabelo dos homens, eram bem cuidados. E apenas a vi de costas ela tinha uma cintura fina, e parecia ser uma mulher realmente muito bonita. Cheguei mais perto para ter certeza, mas ela não estava mais ali, será que ela me viu e fugiu, ou será que foi apenas minha imaginação.
Tomei um banho rápido e fui me deitar.
Consegui dormir algumas horas, mas do que eu normalmente durmo, mas ainda sim não consegui dormir a noite inteira, mas se algo me faltava eu realmente deveria estar perto.
E pela primeira vez em anos eu sonhei, e sonhei com a mulher do lago, não pude ver seu rosto, e no meu sonho ela tentava me vencer num duelo, que sonho estranho, o estranho é que eu a tratei com se já a conhecesse, como se aquilo tudo fosse normal.
Já que não conseguia dormir mesmo, resolvi treinar um pouco afinal eu tenho que vencer aquele idiota.
Comecei a treinar, no começo foi estranho, fazia muito tempo que eu não pegava numa espada para lutar, porém depois de um tempo a espada já fazia parte de mim, eu já estava pronto para vencer todos esses homens.
Não demorou muito e começaram a aparecer cada vez mais homens para treinar, depois de um tempo percebi que todos os homens estavam treinando.
E um tempo depois o general apareceu:
-Vejo que vocês todos estão treinando e fico feliz, mas saibam que eu não vou pegar leve até que não se decida quem são meus novos comandantes, ninguém vai se alimentar, e isso não quer dizer que você deve matar seu adversário só para o duelo acabar mais rápido, pois quem matar alguém durante os duelos, vai ficar sem comer durante dois dias como punição. Então não importa as armas que você usar e como usar, contando que você vença sem matar ninguém, vou organizar os duelos da seguinte maneira, primeiros as pessoas que usarem a mesmas armas, depois quem usar armas diferentes. Primeiro quem luta com uma espada, depois quem usa mais de uma espada, depois quem usa lança ou facas, e depois quem usa uma arma diferente das que eu disse anteriormente.
Ótimo eu já vou poder começar lutando.
Comecei a lutar, venci o primeiro duelo, o segundo, o terceiro... até que venci meu último adversário, não que eles fossem ruins, mas ninguém aqui, chega a meu nível, já que não treinei apenas para vencer, mas sim para me fortalecer a cada luta, independente do resultado, só que até hoje ninguém foi capaz de me vencer ainda.
Começou os duelos de várias espadas, e por mais que eu não queira admitir o idiota é bom com duas espadas, venceu facilmente todos seus adversários, e ainda nem parecia cansado, vai ser interessante lutar com ele.
Pelo menos nosso duelo já está garantido já que o general deve colocar o vencedor de uma espada, para lutar com o vencedor de duas espadas.
Começou os duelos de lanças e facas, e esses foram os duelos mais equilibrados até agora, já que os lutadores tinham quase o mesmo nível, mas teve um que foi mais forte e no final conseguiu vencer.
Começou os duelos de outras armas, que eram principalmente de arcos, e machados, essas foram as lutas mais difíceis já que as armas eram bem diferentes e os lutadores já estavam morrendo de fome. E foi uma mais luta de resistência do que de habilidade, já que o mais resistente venceu, mesmo sendo seu adversário mais habilidoso.
Com o final de todos esses duelos o general reuniu, todos os homens, e chamou a frente os quatro vencedores:
-Vejo que já foram decididos os quatro melhores em sua modalidade, sendo Joey na luta de uma espada, Cristian na luta de duas espadas, Percy com suas 5 facas e James com seu machado. E normalmente eu coloco para lutar primeiros os que lutam com espadas, depois os que lutam com outras armas, mas resolvi fazer diferente, e vou colocar Joey contra James e Cristian contra Percy, e os dois vencedores lutaram para ver quem é o melhor lutador. Os demais que já lutaram podem ir comer, resolvi deixar sem comer só os quatro vencedores, estejam prontos por daqui a pouco as lutas vão começar.
Então o general resolveu mudar um pouco as regras dessa vez, eu só espero que o idiota do Cristian possa vencer para a gente se enfrentar.
O pior não é ficar sem comer é sentir cheiro de comida e ver eles comerem.
Eu vou vencer, e serei o primeiro comandante do general.
Têm muita gente neste navio, e com tanto barulho, é difícil alisar a riqueza natural do lugar...
-...quantas vezes vou ter que te dizer para não me chamar de Ale?-ouço um garoto gritando.
Eu não acredito, com tanta gente aqui nem reparei que o idiota do cara que esbarrou em mim no caminho daqui está no mesmo navio que eu. Eu não sei por que eu não gosto dele, ele anda de um jeito estranho e fala meio forçado como se fosse superior a alguém, mas ele vai ver quando chegar no acampamento ele vai ser um dos primeiros que eu vou desafiar.
Depois de um tempo chegamos ao acampamento e era exatamente o que eu esperava como eu imaginava, como se eu já tivesse vindo aqui.Me senti em casa.
O general nos reuniu para passar como irá funcionar os treinamentos aqui no acampamento:
-Agora que estamos todos aqui, vou dizer como as coisas vão funcionar aqui. Primeiro como são muitos homens eu não vou poder comandar todos seus comandantes, e como o Rei ficou com todos os comandantes do reino, vamos ter que ver quem serão meus novos comandantes, e tudo será decidido por duelos, quem vencer o maior número de duelos será meu primeiro comandante e poderá decidir quem serão seus homens, o segundo poderá escolher com que tipo de armas seus homens irão usar, os comandantes serão os dois melhores guerreiros do acampamento e serão responsáveis por treinar seus homens e por tudo que acontecer no acampamento, e junto de mim decidiram as melhores estratégias de guerra. Os duelos começaram amanhã de manhã, estejam prontos.
Vai ser moleza eu já estou acostumado a lutar, acho que ninguém aqui pode me vencer, eu só espero que aquele idiota não perca antes de lutar comigo, quero muito acabar com ele.
Acho que vou treinar um pouco afinal não costumo ficar muito tempo sem treinar. Primeiro eu corro um pouco, depois flexões e uma série de exercícios com a espada.
Sai para correr e resolvi começar com pouca velocidade...
Agora acelerar, acelerar, acelerar... Corro tão rápido que nem vejo um cara passando na minha frente e acabo esbarrando nele.
-Desculpa eu não vi o senhor. -Eu abaixo para ajudá-lo a levantar
-Sem proble... Você???
Nem tinha reparado que era o mesmo idiota que tinha esbarrado em mim na em Reyguy. O solto e o deixo cair no chão.
-Você não olha por onde anda não?-pergunto
-Você que esbarrou em mim.
-Mas não me viu correndo não?
-Da mesma forma que você não me viu lá em Reyguy?Não.
-Você é um idiota arrogante.
-Eu?!Quer saber amanhã tomara que a gente se enfrente, para que eu possa de vencer.
-Você me vencer, quero só ver, mas tomara que a gente se enfrente mesmo isso é claro se você não perder antes.
-Você vai engolir cada palavra seu ignorante mesquinho.
Quase que a gente começa o duelo ali mesmo, mas aquele garoto que estava com ele, nos interrompeu...
-Vocês continuar brigando que ninguém duas crianças?
-Cala a boca moleque, deixe nos resolver isso que nem homens. -Eu disse pegando minha espada.
-Vai Ale, deixa que eu resolvo isso.- Ele disse pegando duas espadas.
Interessante ele luta com duas espadas, quero só ver ele nem vai dar conta de uma.
-Parem, contando que nenhum de vocês perca vocês vão poder se enfrentar amanhã e ver quem é melhor.
-Quer saber Ale você tem razão, te vejo amanhã. –ele disse.
-Apenas não perca.
Sai andando e deixem os dois ali. Aquele realmente consegue me irritar e olha que mesmo meu melhor amigo Toni, que faz de um tudo para me irritar nunca conseguiu me irritar assim. Eu nunca pensei que fosse sentir falta dele, mas seria divertido se ele estivesse aqui, pelo menos eu poderia rir dele tentando lutar com espada.
Estava na hora da refeição e comi um pouco.
Acho que vou ir tomar um banho, para depois ir descansar, não dormir, pensando bem talvez eu consiga dormir um pouco.
Fui para o rio, numa parte mais isolada e lá eu avistei alguém tomando banho, o estranho é que parecia uma mulher, cheguei mais perto para ver se era verdade, e realmente parecia, seus cabelos eram grandes, mas diferentes do cabelo dos homens, eram bem cuidados. E apenas a vi de costas ela tinha uma cintura fina, e parecia ser uma mulher realmente muito bonita. Cheguei mais perto para ter certeza, mas ela não estava mais ali, será que ela me viu e fugiu, ou será que foi apenas minha imaginação.
Tomei um banho rápido e fui me deitar.
Consegui dormir algumas horas, mas do que eu normalmente durmo, mas ainda sim não consegui dormir a noite inteira, mas se algo me faltava eu realmente deveria estar perto.
E pela primeira vez em anos eu sonhei, e sonhei com a mulher do lago, não pude ver seu rosto, e no meu sonho ela tentava me vencer num duelo, que sonho estranho, o estranho é que eu a tratei com se já a conhecesse, como se aquilo tudo fosse normal.
Já que não conseguia dormir mesmo, resolvi treinar um pouco afinal eu tenho que vencer aquele idiota.
Comecei a treinar, no começo foi estranho, fazia muito tempo que eu não pegava numa espada para lutar, porém depois de um tempo a espada já fazia parte de mim, eu já estava pronto para vencer todos esses homens.
Não demorou muito e começaram a aparecer cada vez mais homens para treinar, depois de um tempo percebi que todos os homens estavam treinando.
E um tempo depois o general apareceu:
-Vejo que vocês todos estão treinando e fico feliz, mas saibam que eu não vou pegar leve até que não se decida quem são meus novos comandantes, ninguém vai se alimentar, e isso não quer dizer que você deve matar seu adversário só para o duelo acabar mais rápido, pois quem matar alguém durante os duelos, vai ficar sem comer durante dois dias como punição. Então não importa as armas que você usar e como usar, contando que você vença sem matar ninguém, vou organizar os duelos da seguinte maneira, primeiros as pessoas que usarem a mesmas armas, depois quem usar armas diferentes. Primeiro quem luta com uma espada, depois quem usa mais de uma espada, depois quem usa lança ou facas, e depois quem usa uma arma diferente das que eu disse anteriormente.
Ótimo eu já vou poder começar lutando.
Comecei a lutar, venci o primeiro duelo, o segundo, o terceiro... até que venci meu último adversário, não que eles fossem ruins, mas ninguém aqui, chega a meu nível, já que não treinei apenas para vencer, mas sim para me fortalecer a cada luta, independente do resultado, só que até hoje ninguém foi capaz de me vencer ainda.
Começou os duelos de várias espadas, e por mais que eu não queira admitir o idiota é bom com duas espadas, venceu facilmente todos seus adversários, e ainda nem parecia cansado, vai ser interessante lutar com ele.
Pelo menos nosso duelo já está garantido já que o general deve colocar o vencedor de uma espada, para lutar com o vencedor de duas espadas.
Começou os duelos de lanças e facas, e esses foram os duelos mais equilibrados até agora, já que os lutadores tinham quase o mesmo nível, mas teve um que foi mais forte e no final conseguiu vencer.
Começou os duelos de outras armas, que eram principalmente de arcos, e machados, essas foram as lutas mais difíceis já que as armas eram bem diferentes e os lutadores já estavam morrendo de fome. E foi uma mais luta de resistência do que de habilidade, já que o mais resistente venceu, mesmo sendo seu adversário mais habilidoso.
Com o final de todos esses duelos o general reuniu, todos os homens, e chamou a frente os quatro vencedores:
-Vejo que já foram decididos os quatro melhores em sua modalidade, sendo Joey na luta de uma espada, Cristian na luta de duas espadas, Percy com suas 5 facas e James com seu machado. E normalmente eu coloco para lutar primeiros os que lutam com espadas, depois os que lutam com outras armas, mas resolvi fazer diferente, e vou colocar Joey contra James e Cristian contra Percy, e os dois vencedores lutaram para ver quem é o melhor lutador. Os demais que já lutaram podem ir comer, resolvi deixar sem comer só os quatro vencedores, estejam prontos por daqui a pouco as lutas vão começar.
Então o general resolveu mudar um pouco as regras dessa vez, eu só espero que o idiota do Cristian possa vencer para a gente se enfrentar.
O pior não é ficar sem comer é sentir cheiro de comida e ver eles comerem.
Eu vou vencer, e serei o primeiro comandante do general.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Capítulo 5 - A viajem
Estamos indo para o acampamento de guerra, e estou muito nervosa...e cansada a gente já andou muito.
-O que você tem Cristine?
-Nada, porque a pergunta?
-Você está pálida e parece estar nervosa, você está com medo?
-Claaaaaaaaaaro que não. Quem você acha que eu sou sou?Eu só estou pensando se eles vão me descobrir.
-Tem certeza que é só isso.-disse ele rindo.
Quem esse moleque pensa que é, fica me desafiando, há mais ele vai ver só, eu ainda vou dar um jeitinho que dele se ver comigo.
-Tenho sim, e se você começar a me irritar eu te levo de volta para a sua irmã.
Ele ficou sério e eu comecei a rir, afinal eu tenho que mostrá-lo quem manda e sou eu.Não porque ele me é tão familiar...
Depois te andarmos muito, muito mesmo...chegamos a uma cidade vizinha.
-Garoto você parece cansado vamos parar para descansar um pouco.
-Não se preocupe comigo, aguento andar mais.
-Garoto, por favor, pode me dizer a verdade, eu usei minha vida inteira os truques de se fazer de durona, então eu sempre reconheço quando alguém usa, está bom quase sempre, vamos combinar assim eu não finjo com você e você não finge comigo, feito?- eu disse levantando lhe o dedinho.
-Mas, eu realmente não estou cansado.
Não sei por que eu gosto do moleque, ele é dos meus.
-Ótimo, mas eu que estou no comando e agora vamos descansar e amanhã continuamos a viagem. E já estamos em outro vilarejo, você sabe o nome?
-Se eu não me engano aqui é Heyguy, se você insiste vamos descansar um pouco então.
Eu vi sua cara de alívio e não pude deixar de rir.
Ficamos num quarto de tipo uma pousada, sei lá, e eu me senti bem, como não me sentia a muito tempo, mas ainda não consegui dormir direito.
Depois de um tempo consegui dormir algumas horas, um mais do que o normal, mas ainda sento que algo me falta, só que eu estou perto de encontrar, muito perto, eu acho.
Acordamos cedo e fomos comer alguma coisa.
-Alexandre, desculpe perguntar, mas o que aconteceu com seus pais?
-Meu pai era marceneiro e construía canoas, para os pescadores da região, ele fazia outras coisas também, só que veio uma seca e os rios e mares da região secaram e os pescadores não queriam mais canoas, as pessoas não tinham dinheiro para comprar móveis e meu pai ficou sem trabalho, minha mãe teve que ajudá-lo com as coisas da casa, mas também não achou nada que pudesse fazer para ajudar. E um dia meu pai saiu para caçar só que não voltou, ele tinha sido morto por algum animal. Minha mãe não deu conta de suportar a dívidas sozinhas, e Elisabeth não podia ajudar porque tinha que cuidar de mim e da Susie, e minha mãe se vendeu como escrava para o rei para que pudesse nos dar algum dinheiro, desde então não há vemos.
Agora eu entendo perfeitamente a Elisabeth não querer que o Alexandre venha para guerra, ele e a Susie são a família dela, tudo que sobrou da vida dela, talvez tenha sido uma má ideia trazê-lo.
-Alexandre, ainda dá tempo de voltar, você tem cer...
-Por favor, nem termine esta frase, eu sei o que eu faço, eu já sou um homem.
Eu podia dizer que ele era apenas um garoto, mas percebi que apesar de novo ele realmente já era um homem, mas também não vou dizer isto a ele.
-E o que aconteceu com seu pai?
-Ele era do exército e eu só o via no natal e no ano novo, mas ele era tão presente pra mim, me ensinou quase tudo que eu sei, me ensinou a ajudar as pessoas e quando eu lhe perguntava por que ele ia para guerra, já que era algo ruim para o mundo, ele me disse que ia para guerra não para matar, mas para salvar as pessoas, para dar sua vida por alguém, e que esse devia ser o principal objetivo do ser humano, mas ele acabou morrendo em umas dessas guerras, e eu deveria odiar as guerras, mas eu percebi que meu pai estava certo e eu deveria tentar evitar que elas acontecessem, mas se acontecesse eu deveria estar pronta para a luta, e eu estou, eu penso que estou...Mas vamos falar de algo mais divertido Ale.
Meu pai como senti a falta dele...Eu não vou chorar, não vou chorar, não vou...
-Não me chame de Ale.
-Porque Ale, seu chato. –mostrei língua para ele e ele riu.
Acabamos de comer. E a moça que cuidava do lugar disse:
-A refeição e o quarto são 23 kins.
-Ale o que são kins?-perguntei baixo para Alexandre
-É a moeda daqui, e não me chame de Ale.
Eu estava tão entretida que me esqueci que não dinheiro aqui.
-Ale, você tem 23 kins?
-Não, e mais uma vez não me chame de Ale.
O que eu vou fazer, eu não tenho dinheiro nem o Alexandre. Já sei o que vamos fazer, já que estamos com nossas coisas que não eram muitas não teria problema.
-Ale, quando eu falar você corre.
Ele balançou a cabeça esperei alguns segundos, peguei nossas coisas e disse:
-Corre.
Começamos a correr e quer saber corremos muito, muito rápido mesmo, e ninguém pode nos alcançar.
Continuando correndo por um tempo e pppppaaaaaaaaf... Eu bati em alguém, quando fui ver era um cara, ele é loiro, forte, bem bonito para falar a verdade, ele estava com um senhor do lado.Então eu disse engrossando a voz:
-Desculpa.
-Você deveria olhar, por onde anda.
-E você ser mais bem humorado.
-Joey, foi só um esbarrão, não é para tanto. -Disse o senhor que estava do lado do tal Joey.
-Ale, vamos embora, ainda temos que ir para o acampamento.
-Vocês também, estão indo para o acampamento?
-Sim.
-Nós também vamos, ou melhor, ele vai, eu só estou acompanhando. Vocês parecem perdidos, já que estavam vindo para cá e o acampamento é pra lá.Se quiserem nós acompanhar, mas temos que ser rápido o navio parte em breve.
Acenei a cabeça concordando.
Navio! Vou viajar num navio de guerra, eu sempre sonhei em viajar num navio de guerra, se não fosse esse tal de Joey que me irritou profundamente eu estaria em chamas agora, ah e eu retiro o que disse sobre ele antes, ele é muito feio e idiota, não gosto dele.
-E como vocês chamam?
-Meu nome é Crist... - Droga não consigo pensar em nada.
-Cristian é o nome dele, e o meu é Alexandre. E vocês?
Valeu garoto você me salvou dessa vez.
-Meu nome é Arthur, e esse é o Joey.
Depois das apresentações andamos em silêncio até onde os navios estavam ancorados.
Chegamos e eu vi crianças adultos e idosos despedindo de suas famílias, e lembrei da minha.
O general reuniu todos os homens que iriam para guerra e disse:
-Há apenas um acampamento de guerra já que o rei resolveu dividir as forças em três grandes exércitos, um fica com ele, outro defende o reino e o outro ficava responsável por ataques surpresa. Eu sou responsável pelo último portanto se você tem de 15 a 30 anos você fará parte do exército que estará sob meus comandos portanto se apresente a mim, os demais devem deveram ficar aqui e proteger nosso reino e estarão sob o comando de sua majestade o rei Gustavo V ou de seu sobrinho Henry II.
Eu e Alexandre fomos nos apresentar ao general, demorou um pouco, mas enfim conseguimos embarcar.
O navio era grande e muito bonito tinha caravelas e era tudo muito primitivo, muito antigo, assim como eu me sentia.
-E então Ale o que você está achando?
-É como meu pai me dizia que era.
-Seu pai já foi para a guerra?
-Não, mas eu não te disse que ele construiu muitos navios, navios como estes.
-Nossa, que legal.Você me disse que ele fazia canoa, não navios.E você aprendeu com seu pai a construir navios também?
-Não, ele ter morreu antes de me ensinar a construir.
-Eu sinto muito, Ale.
-Tudo bem, eu já superei. – ele disse calmamente, mas depois de alguns segundos ele gritou- Quantas vezes vou ter que te dizer para não me chamar de Ale?
Todos estavam olhando para a gente.
-Fala baixo todos estão olhando para gente agora.
-Tudo bem Cristine.
-Não me chame de Cristine, Cristine é nome de mulher, você disse para aquele senhor que meu nome era Cristian, ficou parecido com meu nome de verdade, e me chame de Cris, Cris de Cristine e de Cristian.
-É melhor assim, pois eu não quero que você estrague tudo só por ser mulher.
-Mas é claro que eu não vou estragar...
Garoto idiota, fica me zuando né, você vai ver muita coisa ainda vai acontecer.
Estava tão distraída que não vi que o tal Joey estava no mesmo navio que a gente, aquele idiota.
O estranho era que pela primeira vez eu não sabia o que pensar é como se meu futuro e meu passado estivessem ligados a ele, e tinha que ser justo a ele um cara que eu diria que tem tudo para ser meu grande adversário.
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